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quinta-feira, 9 de abril de 2015
COMO RECEBER A DUPLA HONRA (Isaias 61.7) parte1
Isaías 61:7 Em lugar da vossa
vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança;
por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria. (RA) Em lugar da vossa
vergonha, haveis de ter uma porção dobrada; e em lugar de confusão vos
exultareis na vossa porção: por isso na vossa terra possuireis o dobro; tereis
uma alegria sempiterna. (RC) A vergonha e a
desgraça que vocês passaram eram duas vezes mais do que mereciam; mas agora
vocês viverão no seu país, onde receberão o dobro de riquezas e serão felizes
para sempre. (NTLH)
INTRO: No Salmo 126 percebemos um povo alegre porque os que estavam no
cativeiro haviam retornado. Eles diziam que estavam com a boca cheia de riso,
os lábios cheios de cânticos, eles estavam como os que sonham. Após um período
de muita humilhação e vergonha, agora eles estavam sendo honrados. todos querem
ser honrados, mas nem todos conseguem alcançar a honra. O que fazer para
receber de Deus a dupla honra em lugar da vergonha e da
humilhação?
I - O CATIVEIRO PRECISA SER QUEBRADO –
No dicionário Aurélio, a palavra ca.ti.vei.ro é um Substantivo masculino que
significa:
1.V. escravidão (1).
2.Local em que se mantém um indivíduo cativo ou
sequestrado.
No cativeiro não há sonhos, nem alegria ou cânticos. Observe que no Salmo 126
eles sonham, cantam, demonstram alegria, porém se olharmos no Salmo 137,
perceberemos que eles penduraram as suas harpas, estavam tristes, perderam a
esperança e deixaram de sonhar.
Cativeiro é o lugar que a pessoa fica aprisionada. Pode ser:
1. O Cativeiro Satânico – identificado em alguns tipos de doenças e na prática
do pecado. Nesse tipo de cativeiro o homem ama e pratica o pecado. Maldito
cativeiro
2. O Cativeiro Religioso – trata-se de um processo usado pela religião para
prender suas vítimas em heresias, enganos, idolatrias, feitiçarias, etc. etc.
Maldito cativeiro
3. O Cativeiro do Homem – identificado em diversos tipos de prisões. Existem as
prisões judiciais, jurídicas, emocionais, carnais, sentimentais ou amorosas,
etc. etc.
Quando Jesus entra em nossa vida e quebra o cativeiro, nós ficamos como quem
sonha, pois parece que não acreditamos na mudança que foi gerada em nós e nas
novas possibilidades que aparecem em nossa mente. Quando o cativeiro é quebrado
e somos libertos, começamos a ter um vislumbre que nós podemos ir além dos
limites que nos foram impostos no cativeiro e viver uma vida que vale a pena
ser vivida.
Ilustração:
A águia
História contada por James Aggrey, político e
educador em Gana, numa reunião de lideranças
populares, que discutiam os caminhos de libertação do domínio colonial
inglês.
“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para
mantê-lo cativo
em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto
com as galinhas. Comia milho e rações próprias para galinhas. Embora a águia
fosse a rainha de todos os pássaros”. Depois de cinco anos, este homem recebeu
em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o
naturalista:
__ Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.
De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mais
uma águia.
Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros
de extensão.
Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um
coração de águia. Este
coração fará um dia voar às alturas.
Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como
águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto
e desafiando-a
disse:
__ Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra,
então abra suas
asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao
redor. Viu as
galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
__ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
__ Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será
sempre uma águia.
Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
__ Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi
para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
__ Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
__ Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um
coração de águia.
Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram cedo. Pegaram a águia,
levaram-na para
fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol
nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o
alto e ordenou-lhe:
__ Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra,
abra suas asas e
voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou.
Então o
naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos
pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento,
ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se,
soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez
para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do
firmamento...”
E Aggrey terminou
conclamando:
__ Irmãos e irmãs! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve
pessoas que
nos fizeram pensar como galinhas. E muito de nós ainda acham que somos
efetivamente galinhas.
Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e
voemos.
Voemos como águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés
para
ciscar.
Texto extraído do Livro “A Águia e a Galinha”
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